Quando Ele dizia a Ela um "euteadoro", Ela se arrepiava.
Achava graça, achava terno, embora nunca entendesse bem o porquê do verbo "adorar".
[Há quem diga que, na verdade, Ela suspirasse por um verbo "amar"]
O que ninguém nunca contou a Ela é que no "euteadoro" dEle não havia nenhuma exclusividade.
A sentença era [e será] a mesma para tantas outras moças desse mundo.

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